
Teatro, contação de histórias e oficinas lúdicas para a infância
A Cia. das Cores tem um repertório espetáculos de teatro, espetáculos de contação de histórias e diversas oficinas para a infância
Bem vindos ao Site da Cia. das Cores que desde 2000, oferece em diversos espaços culturais da Cidade e do Estado de São Paulo espetáculos de qualidade e com temáticas importantes para a vida da crianças e dos adultos.
O que diferencia a Cia. das Cores é a produção de espetáculos com temáticas impotantes para a criança com uma linguagem cênica que constitui um teatro hibrido, com atores e bonecos, e uma estética que diverte e instrui não só a criança mas também a familia toda.
Para saber mais, basta navegar pelo nosso site.

Nossos espetáculos de teatro para a infância

Chiquinha Gonzaga, a menina faceira
Espetáculo de teatro
Com música ao vivo, canto, atores e bonecos, conta diversas facetas de Chiquinha Gonzaga a partir do seu universo musical, em que três vendedores de rua, acompanhados por um pianeiro, encenam com bonecos e instrumentos, algumas peripécias de sua infância, situações pitorescas de sua vida e momentos lúdicos de suas criações.
Os vendedores chegam com seus *carrinhos percussivos ofertando suas mercadorias e suas brincadeiras remetendo diretamente a uma paisagem sonora do ambiente das ruas do Rio de Janeiro no inicio do Século XX. Tais personagens desafiam-se a contar sobre Chiquinha utilizando três bonecos: Chica-Menina, Chica-Moça e Chica-Senhora. A partir desse desafio surgem momentos líricos e cômicos nas quais cenas são estruturadas: a Chica-menina, que brinca com a lua e com as notas musicais; a Chica-moça, que tenta pegar uma galinha porém se envolve numa coreografia; a Chica-senhora, que gosta de relembrar cenas de sua vida, entre outras.
Utilizando-se de algumas técnicas de manipulação, entre elas: Boneco baqueta (construído a partir de baquetas), Kokoscha, (mescla mãos e rosto do ator e o corpo do boneco), Mamulengo e Manipulação direta.
A ambientação cenográfica faz alusão a uma rua e calçada com postes de iluminação.
A trilha sonora é composta por quinze canções de Chiquinha Gonzaga.
Estreou no Centro Cultural São Paulo e ficou em temporada de Maio a Julho de 2015. Foi indicado a melhor Dramaturgia pelo Premio São Paulo de Teatro para a Infância e Juventude e também foi indicado a melhor espetáculo 2015 pelo Guia da Folha.

Tico-tico
Espetáculo de teatro
Conta a história da costureira Aurora em seu atelier no dia em que precisa entregar algumas encomendas. Em meio a agulhas, tesouras e manequins sua atenção é dividida entre um rádio matreiro, com suas músicas e programação envolvente, e a memória de sua infância através da lembrança de um pássaro Tico-tico que preenche seu tempo e a distrai.
A trilha sonora é composta pelas canções de Zequinha de Abreu. Sua música “Tico-tico no fubá”, mais conhecida na voz de Carmem Miranda, foi a inspiração do enredo da peça. Estreou em Março de 2019 no Centro Cultural São Paulo – Sala Jardel Filho E está indicada a menção especial pela produção e arranjo musical pelo Prêmio São Paulo de Teatro para a infância.
A dramaturgia foi desenvolvida a partir da livre adaptação da letra da música “TicoTico no fubá” de Zequinha de Abreu, que comemorou seu centenário de criação no ano de 2017, aliado à figura icônica e singular de uma das maiores interpretes dessa canção, Carmem Miranda, que também é inspiração da protagonista Aurora que sonha um dia ser como ela. O enredo ainda faz referência ao conto “A menina e o pássaro” de Ruben Alves, que traz o argumento de que ao prender um pássaro, a menina prende sua própria liberdade, sua criatividade e capacidade imaginativa. Assim, espelhando-se na sua infância Aurora só se sentirá livre como um pássaro e tão empoderada quanto “Carmem” quando deixar as asas de sua imaginação fluir.
O pássaro Tico-tico representa a infância de Aurora com sua liberdade e criatividade. No tempo presente ele vem pra aguçar a imaginação de Aurora e no tempo passado ele é a memória alegre e brincante. É representado por bonecos de diferentes técnicas: pássaro em três partes, pássaro nas varetas e pássaro que tem uma parte que é instrumento. As técnicas de animação utilizadas são: *Kokoscha*, bonecos instrumento, objetos sonoros e manipulação direta.

Cocos e Mitos
Espetáculo de teatro
Com atores e bonecos conta as aventuras do menino Coquinho que se vê perdido numa floresta cheia de mistérios. Para encontrar seus pais, começa uma fantástica viagem com situações inesperadas que irão colocá-lo em contato com alguns seres da floresta.
A dramaturgia, criada a partir dos primeiros cocos que foram trazidos para o Brasil em 1553 pelos portugueses, é pautada por elementos do nosso folclore, como as parlendas, adivinhas, cantigas, provérbios e repentes, e também por personagens da nossa mitologia, como o Saci, o Curupira, o Boitatá, a Iara e a Pisadeira.
Os bonecos e os instrumentos musicais foram construídos com objetos naturais, como cabaças, sementes, cascas, flores, galhos e folhas.
O fio condutor da peça é o personagem saci que através de suas peripécias faz com que o menino se perca de seus pais e viva a aventura do encontro com os vários seres da floresta.
A técnica de manipulação direta, a música e os efeitos sonoros executados ao vivo, a cenografia, e a originalidade dos bonecos, resultou num espetáculo onírico que propõe um espaço de jogo e que desperta o interesse da criança para a magia das lendas, e pela conservação do meio ambiente.
Espetáculos de contação de histórias

As artes de Pedro Malasartes
Espetáculo de contação de histórias
Conta as aventuras do esperto Pedro Malasartes, um caipira de origem humilde, que utiliza sua esperteza para alcançar seus objetivos.
Arquétipo do malandro brasileiro, desafia as regras sociais para obter benefícios próprios.
As histórias são adaptações do material coletado por Câmara Cascudo, Basílio de Magalhães e Sílvio Romero.
D’Maria e Seo Góe, dois caipiras cantam e contam as estripulias de Pedro Malasartes através das histórias: PEDRO E O URUBU SÁBIO, A SOPA DE PEDRA , AS BOTIJAS DE AZEITE e DE COMO MALASARTES ENTROU NO CÉU.
O espetáculo é para todas as idades e utiliza uma linguagem revestida de detalhes, graça e fantasia para estimular no público a riqueza imaginária que a oralidade pode oferecer.
Alguns instrumentos, como a sanfona, pandeiro e triângulo são utilizados para as músicas e os efeitos sonoros

Histórias de Andersen, amor e aventura
Espetáculo de contação de histórias
Com uma linguagem leve e divertida, alguns instrumentos como a sanfona, triângulo, vibratone e carrilhão que compõem a ambientação sonora, e vários guarda chuvas estilizados como elemento lúdico e estético da cenografia e adereços, conta várias histórias com temas como inteligência, astúcia, coragem, aventura, amor e gratidão.
São três contos de Andersen:
O isqueiro mágico - história do soldado que voltava da guerra e encontra uma Bruxa no caminho que lhe propõe uma missão. Buscar um isqueiro em um oco de árvore em troca de dinheiro, que o conduzirá a diversas aventuras e descobertas.
Os namorados - desventuras de amor entre um simples pião e uma vaidosa bola feita de marroquim que morava numa gaveta de brinquedos de um garoto. Porém a bola fica presa por muito tempo na calha de um telhado e o pião a encontra depois de muito tempo e corajosamente a ajuda a sair.
O que o velho fizer esta bem feito - Narra as trapalhadas de um ‘velho’ camponês que a pedido da sua ‘velha’ vai a cidade para trocar o único bem da família, um cavalo, por algo melhor.

A barca da tartaruga & outras histórias
Espetáculo de contação de histórias
Reúne três contos da tradição oral Brasileira: A BARCA DA TARTARUGA, A VIÚVA VELHA e A HISTÓRIA DE JESUÍNA.
Utilizamos a cabaça como elemento estético devido aos seus múltiplos usos e sentidos na cultura popular sendo usada no artesanato, na música, na cozinha, na religião, nos brinquedos e também nas histórias. São utilizadas como instrumentos musicais, objetos sonoros e animados e compõe um passeio mágico pelo universo do folclore brasileiro.
Foi concebido a partir de uma pesquisa histórias do universo popular.
A barca da tartaruga - É um mito dos índios Guaranis do Mato Grosso do Sul e conta a história de uma tartaruga que conseguiu se salvar de um diluvio levando também outros animais da floresta, porém ao encontrar um homem acontece algo inesperado.
A viúva velha - É uma lenda que conta a história de uma mulher cujo maior desejo era ter filhos. Um dia, o espírito da montanha resolve transformar seus pedidos em realidade.
A história de Jesuína - Lenda originária da Bahia, conta a história de uma travessura de uma menina chamada Jesuína que ao desobedecer sua mãe se vê envolvida com o feitiço de uma árvore.

As três princesas
Espetáculo de contação de histórias
Através do universo da figura mítica da princesa de alguns contos coletados por Câmara Cascudo, dois narradores contam e cantam as inusitadas histórias com bonecos, instrumentos, objetos sonoros e adereços.
Três contos: A Princesa Serpente, A Moura Torta e A Princesa Sisuda, são encenados de forma divertida e poética, com uma cenografia lúdica de elementos significativos dos castelos.
A princesa serpente - Uma princesa recebeu quando criança a maldição de uma bruxa. A sina de transformar-se em serpente do momento que se casasse pelo tempo de um ano. Depois que arrumou o noivo ela teve a ideia de arrumar alguém que a substituísse durante sua ausência.
A moura torta - Uma princesa após se livrar do feitiço de estar presa dentro de uma laranja, conhece um príncipe, mas também conhece uma bruxa que lhe espeta um alfinete na cabeça e
a transforma em pomba. A bruxa toma o lugar da princesa dizendo ao príncipe que ficou daquele jeito por causa do sol e do frio. O tempo passava e ela não mudava e o príncipe desconfiava.
A princesa sisuda - Uma princesa numa certa noite de luar ficou triste e sisuda. Todos perguntavam a ela o porque e ela respondia que não sabia. O Rei, seu pai, fez de tudo pra conseguir desfazer a cara sisuda de sua filha. Até que um simples rapaz apareceu e mudou o rumo da história.

Estórias de bichos e das gentes que moram neles
Espetáculo de contação de histórias
É um mergulho no universo poético de Rubem Alves através de quatro contos significativos da sua obra: A águia que quase virou galinha, A menina e o pássaro encantado, O gambá que não sabia sorrir e, O galo que cantava para o sol nascer.
São histórias inusitadas que tem temas diversos e que se utiliza os ‘Bichos’ como personagens.
Dois contadores se utilizam de uma linguagem revestida de detalhes, graça e fantasia para estimular o público a explorar a riqueza imaginária que a história oral oferece.
Sinopse das histórias:
A águia e a galinha - Era uma vez uma Águia que foi criada num galinheiro e cresceu pensando que era galinha. Até que um dia um alpinista fez tudo mudar na sua vida.
O galo que cantava para fazer o sol nascer - História de um certo Galo Inácio que acreditava que fazia, com seu canto, o Sol nascer. Aconteceu que certo dia o Galo perdeu a hora!
O Gambá que não sabia sorrir - Um Gambá que vivia na floresta pendurado de cabeça pra baixo é confundido e levado para a cidade, por um grupo de diplomados em fazer bichos felizes. Que confusão!
A menina e o pássaro encantado - Conta a amizade de uma menina e um pássaro que viajava a lugares distantes e voltava contando todas as suas aventuras a ela. Mas a menina sentia muita tristeza quando o pássaro partia. Um dia a menina prendeu o pássaro na gaiola.

Na floresta Alfredo o macaco faz a festa
Espetáculo de contação de histórias
Com uma encenação lúdica e divertida, os movimentos corporais do teatro físico, o teatro de animação e uma trilha sonora original, conta as seguintes lendas populares: O Macaco e o Rabo, A Onça e o Veado e O Uirapurú, em que o personagem Alfredo, um macaco muito engraçado, dança, toca e narra os acontecimentos da floresta de cima de sua árvore.
A contadora através de uma máscara em conjunto com uma construção corporal e a dança de ritmos brasileiros propõe um jogo lúdico e divertido.
A criação da trilha original teve como mote temas populares recorrentes às pesquisas de missões folclóricas de Mario de Andrade , bem como os ritmos brasileiros: coco, baião e frevo.
O macaco e o rabo - Conto do Nordeste brasileiro, narra à história do macaco que perde o rabo e parte em uma busca para recuperá-lo. A cada personagem que ele encontra, sua situação se complica mais.
A onça e o veado - Conto do Centro-Oeste brasileiro, narra à história de um veado e uma onça que estavam construindo a mesma casa sem saber. O veado trabalhava de dia e a onça, à noite. Como nunca se encontravam, todos os dias admiravam-se ao notar que a obra estava sempre adiantada. Passaram a morar juntos sem saber da existência um do outro
O Uirapurú - Conto do Norte brasileiro, em que havia uma índia muito moça e muito triste pois seu amado se apaixona por outra. Um dia, pediu aos céus que a transformasse num pássaro, para poder segui-lo.

Além dos espetáculos de teatro e contação de histórias
A Cia. das Cores também oferece diversas oficinas lúdicas
This is your Product Description. Use this space to describe this product in more detail.

